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Homem sobrevive a ataque cardíaco após Tesla o conduzir autonomamente ao hospital

Automonitor com Lusa

Poucos minutos depois de dar entrada no hospital, o paciente sofreu uma paragem cardíaca, tendo sido submetido a uma intervenção cirúrgica de emergência

Um homem que sofreu um ataque cardíaco em Reno, no estado americano do Nevada, conseguiu chegar ao hospital graças ao sistema de condução autónoma completa da Tesla. O episódio ocorreu a 25 de agosto últiimo, quando o condutor, incapaz de continuar a conduzir devido ao agravamento do seu estado de saúde, entrou no seu veículo elétrico e ativou o sistema FSD, que conduziu automaticamente até à unidade hospitalar mais próxima, segundo o ‘Motor1’.

Poucos minutos depois de dar entrada no hospital, o paciente sofreu uma paragem cardíaca, tendo sido submetido a uma intervenção cirúrgica de emergência. A cirurgia foi realizada a tempo e permitiu salvar-lhe a vida. De acordo com um comunicado divulgado pela empresa Escaplon & Co, o homem encontra-se atualmente em recuperação após uma cirurgia de coração aberto realizada a 14 de novembro.

Relato partilhado nas redes sociais

O próprio protagonista partilhou o episódio na rede social ‘X’, onde descreveu a gravidade da situação vivida naquele dia. “A dia 25 de agosto, sofri um ataque cardíaco. O meu Tesla com FSD conseguiu levar-me ao destino quando eu estava prestes a desmaiar. Na realidade, estava morto, mas fui reanimado na mesa de cirurgia do hospital”, escreveu. Na mesma publicação, afirmou que o sistema de condução autónoma “salvou literalmente a minha vida e, potencialmente, a de outras pessoas na estrada”.

Numa publicação posterior, acrescentou que várias pessoas lhe aconselharam a ir para casa ou para o hospital, levando-o a pedir ao Tesla que o acompanhasse utilizando a função FSD. O condutor admitiu ainda que desconhecia que os ataques cardíacos pudessem prolongar-se durante várias horas.

Casos semelhantes já tinham sido registados

Este não foi um caso isolado. A 1 de abril de 2024, um homem identificado como Max Paul Franklin relatou ter sofrido uma série de problemas de saúde que culminaram num ataque cardíaco que descreveu como “ligeiro”. Nessa ocasião, o seu Tesla Model Y percorreu autonomamente 21 quilómetros até ao serviço de urgência, permitindo-lhe receber assistência médica atempada.

A publicação desse episódio foi igualmente partilhada no X e mereceu um comentário de Elon Musk, diretor executivo da Tesla, que se mostrou satisfeito por o sistema FSD ter ajudado o condutor e por este se encontrar bem.