A Waymo, divisão de carros autónomos da Google, está a expandir as suas operações de robotáxi para Londres, tornando-a a primeira cidade europeia a sediar o serviço, destacou a publicação britânica ‘The Independent’, à semelhança de São Francisco e em outras quatro cidades dos EUA.
A fase inicial envolverá veículos com motoristas humanos – a A Waymo disse que os seus carros já estavam a caminho da capital britânica e começariam a circular nas ruas da capital nas próximas semanas com “especialistas humanos treinados”, ou condutores de segurança, ao volante -, com a empresa a planear viagens totalmente autónomas até 2026.
Segundo o CEO da Waymo, Tekedra Mawakana, a expansão procura melhorar a segurança nas estradas e a acessibilidade ao transporte. Já a secretária de Estado dos Transportes do Reino Unido, Heidi Alexander, comemorou o investimento, antecipando a criação de empregos e o crescimento no setor de veículos autónomos do Reino Unido.
Apesar da atual falta de lucratividade, os analistas de mercado preveem que a receita dos robotáxi pode chegar a 136 mil milhões de dólares até 2046, embora persistam obstáculos regulatórios e técnicos.
A Uber e a empresa de tecnologia britânica Wayve também anunciaram os seus próprios planos para testar os seus táxis autónomos na capital britânica no próximo ano, depois de o Governo britânico ter dito que iria acelerar as regras que permitiriam testes públicos antes de a legislação que permite veículos autónomos ser totalmente aprovada.
A Waymo lançou os seus táxis autónomos em 2020 e diz agora que já transportou mais de 10 milhões de passageiros nos EUA. Apesar de alguns incidentes alarmantes, a Waymo disse que os dados mostraram que os carros conduzidos por humanos estiveram envolvidos em incidentes que feriram peões 12 vezes mais frequentemente do que os seus veículos autónomos.






