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“Foi pagar e perdeu mil euros”: há um novo golpe de estacionamento que convém estar atento. Saiba como o evitar

Francisco Laranjeira

Técnica é chamada de quishing: especificamente, usa códigos QR maliciosos para direcionar as vítimas a sites falsos que tentam roubar informações pessoais

Os códigos QR tornaram-se uma presença regular no nosso dia a dia. Principalmente após a pandemia da Covid-19, quando muitas empresas começaram a utilizá-los para evitar contacto físico. No entanto, também começou a ser utilizado para fins ilícitos por cibercriminosos, que conseguem desta forma roubar grande quantidades de dinheiro às suas vítimas.

Um dos casos mais recentes foi partilhado na rede social ‘X’ em Greystones, na Irlanda.

No post, o utilizador relatou a forma como o golpe é cometido. “A filha da senhora foi enganada e perdeu 1.000 euros usando um código QR que leu para pagar o estacionamento.”, relatou, durante um vídeo no qual se pode ser uma mão a remover um QR falso localizado por cima do autêntico.

Esta técnica é chamada de quishing: especificamente, usa códigos QR maliciosos para direcionar as vítimas a sites falsos que tentam roubar informações pessoais, como senhas ou dados financeiros, ou instalar malware nos seus dispositivos. Ao digitalizar esses códigos, as pessoas acedem, sem saber, a plataformas fraudulentas controladas pelos cibercriminosos.

Para se proteger, é essencial não scanear códigos QR de fontes desconhecidas e verificar os URL para os quais eles redirecionam antes de inserir as informações.