Durante o período em que os centros de inspeção estiveram parcialmente encerrados, e em que só os veículos prioritários e de emergência tinham de ser inspecionados, o setor estima que ficaram por fazer 640 mil inspeções das 673 mil que deveriam ter sido feitas, com base nos centros do país.
De sublinhar que o prolongamento do prazo mantém os veículos dentro da lei.
Os centros estiveram fechados entre 13 de março e 18 de maio e reabriram totalmente a 1 de junho.
Face ao desconfinamento, muitas pessoas estão agora a realizar inspeções, o que provoca “alguma afluência aos centros, mas perfeitamente tranquila”, revelou a Associação Nacional de Centros de Inspeção Automóvel citada pelo diário.
Ainda de acordo com o Jornal de Notícias, a Prevenção Rodoviária Portuguesa afirma que “as viaturas estão, na sua maioria, preparadas” para esta margem de cinco meses e, por isso, a prorrogação do prazo não compromete a segurança dos condutores.





