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Abarth quer manter essência: reconhecimento facial avalia prazer na condução

Automonitor

Abarth pretende manter a filosofia uma vez que é a essência de prórpia marca – assim, a marca do grupo Stellantis utilizou um sistema de reconhecimento facial para analisar as reações dos ocupantes

Os carros citadinos desportivos estão a tornar-se ‘raros’: a Hyundai ainda disponibiliza o i20 N, a Toyota o GR Yaris, a Mini o Cooper S e, por último, o Abarth, com as famosas versões do 500. Estes carros são escolhidos pelos consumidores segundo uma única filosofia: o prazer de condução.

Este é o desejo que motiva os clientes a este estilo de veículo – no entanto, com a chegada de todos os novos auxílios à condução, que são agora praticamente obrigatórios para passar com sucesso nos testes de segurança, o que fez com que o prazer de condução mudasse um pouco.

No entanto, a Abarth pretende manter a filosofia uma vez que é a essência de prórpia marca – assim, a marca do grupo Stellantis utilizou um sistema de reconhecimento facial para analisar as reações dos ocupantes, que fica emparelhado com um sistema de monitorização dos seus batimentos cardíacos. A experiência foi conduzida em Mallory Park, e as sensações dos ocupantes esteve sob análise atente.

Os daods destacaram vários pormenores, um em particular: a sensação mais comum foi a de prazer, tanto no motorista profissional como no passageiro. Melhor ainda, durante a volta promovida pelo piloto, os ocupantes sentiram alguns momentos curtos, mas intensos, na frequência cardíaca. “As pesquisas nesta área são limitadas, porém, acredito que será uma área que a indústria automóvel vai continuar a explorar, pois os fabricantes esforçam-se para melhorar as experiências ao volante dos seus carros”, relatou Dale Esliger, da Loughborough University no Reino Unido.