<br><br><div align="center"><!-- Revive Adserver Asynchronous JS Tag - Generated with Revive Adserver v5.5.0 -->
<ins data-revive-zoneid="25" data-revive-id="6815d0835407c893664ca86cfa7b90d8"></ins>
<script async src="//com.multipublicacoes.pt/ads/www/delivery/asyncjs.php"></script></div>
Partilhar

Uma peça custa desde 4 euros e pode evitar uma avaria de 3.000: já verificou o sistema de escape?

Automonitor

m ruído diferente, o carro a gastar mais combustível, uma ligeira perda de potência ou até um cheiro estranho dentro do habitáculo. Podem parecer pequenos sinais sem importância

Um ruído diferente, o carro a gastar mais combustível, uma ligeira perda de potência ou até um cheiro estranho dentro do habitáculo. Podem parecer pequenos sinais sem importância, mas a Euromaster alerta que ignorar problemas no sistema de escape pode acabar numa reparação que chega aos 3.000 euros.

A empresa especializada em manutenção automóvel chama a atenção para um componente que muitos condutores tendem a esquecer, apesar de ter um papel importante no funcionamento do veículo, na redução das emissões e no controlo do ruído.

Segundo a Euromaster, uma verificação atempada pode permitir identificar problemas relativamente simples antes de estes evoluírem para avarias bastante mais dispendiosas.

Está a gastar mais combustível? Atenção ao escape

Entre os primeiros sinais de alerta estão a perda de potência do motor e um aumento inesperado do consumo de combustível.

De acordo com a Euromaster, estes sintomas podem estar relacionados com uma obstrução no catalisador ou no filtro de partículas. Dependendo do problema, a reparação poderá ficar entre os 150 e os 250 euros, mas a fatura pode disparar até aos 3.000 euros quando é necessário substituir o filtro de partículas.

Os ouvidos também podem ajudar a perceber que alguma coisa não está bem. Pancadas, vibrações ou um som do escape mais intenso do que o habitual podem denunciar fugas ou danos no tubo, no silenciador ou nos respetivos suportes.

Há um sinal que não deve mesmo ignorar

Mais preocupante é o aparecimento de odores estranhos dentro do habitáculo.

A Euromaster alerta que este sintoma poderá indicar a entrada de gases no interior do automóvel, representando um potencial risco para os ocupantes.

Também vale a pena olhar para baixo do carro. Fumo ou gases provenientes da zona inferior do veículo e manchas de fuligem junto das ligações podem denunciar fissuras, problemas no coletor ou juntas deterioradas.

O sistema de escape está permanentemente exposto a variações de temperatura, humidade, impactos e corrosão, pelo que o desgaste acaba por ser inevitável.

Uma pequena peça pode evitar um problema maior

Entre os componentes que merecem atenção estão os silentblocks, responsáveis por manter a linha de escape corretamente posicionada.

Quando se deterioram, podem provocar vibrações que, com o tempo, originam fissuras ou até a quebra de soldaduras.

E é aqui que a diferença de valores chama particularmente a atenção: segundo a Euromaster, substituir um destes elementos custa, em média, entre 4 e 12 euros por unidade. Uma intervenção relativamente pequena perante os milhares de euros a que poderá chegar uma reparação mais grave no sistema.

A recomendação da empresa passa por verificar o sistema de escape a cada 20.000 quilómetros ou, pelo menos, uma vez por ano, antecipando essa inspeção sempre que o condutor detete alterações no comportamento, consumo ou som do automóvel.

Não é, aliás, o único componente barato cuja manutenção pode evitar uma conta bastante mais pesada: a Automonitor já explicou como uma verificação que custa cerca de 50 euros ao líquido de refrigeração pode ajudar a prevenir uma reparação que, nos casos mais graves, pode chegar aos 10 mil euros.