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Chuva, nevoeiro e um pódio dominado por uma só equipa: assim terminou a Rampa do Caramulo

A 35.ª Rampa do Caramulo encerrou o Campeonato de Portugal de Montanha de 2026 com milhares de espectadores, condições meteorológicas difíceis e uma demonstração de força da Power House. Hélder Silva regressou à competição para vencer, a equipa ocupou os três lugares do pódio absoluto e vários títulos nacionais ficaram decididos. Mas há uma classificação que continua à espera de uma decisão federativa. Depois de um sábado marcado pelo sol, o domingo trouxe chuva ligeira e nevoeiro, por momentos intenso, obrigando os pilotos a adaptar a condução e as estratégias. A segunda subida oficial foi declarada com pista molhada, antes de o piso voltar a secar para a última passagem pelo traçado. Foi neste cenário que Hélder Silva confirmou o domínio iniciado no sábado. Aos comandos do Norma FC20 M20FC, o pentacampeão nacional estabeleceu a sua melhor marca do fim de semana na última subida, com 1m15,393s, aproximando-se do recorde do percurso, que também lhe pertence. Com um tempo acumulado de 2m31,219s, terminou com 9,800 segundos de vantagem sobre Nuno Caetano, seu companheiro na Power House, que conduziu um Osella PA2000 EVO2-PA30 e garantiu o vice-campeonato nacional absoluto. Uma estreia que terminou no pódio Se a vitória de Hélder Silva confirmou o favoritismo, o terceiro lugar trouxe uma das surpresas da competição. Diogo Marújo, jovem piloto com experiência nos ralis nacionais, estreou-se no Campeonato de Portugal de Montanha e conseguiu imediatamente um lugar no pódio absoluto. Ao volante de um Osella PA21/S Evo, também da Power House, melhorou os tempos ao longo do fim de semana e terminou a apenas 511 milésimos de Nuno Caetano. O resultado permitiu à equipa ocupar os três primeiros lugares da classificação geral, deixando Carlos Gonçalves, quarto classificado, a apenas 220 milésimos do pódio. José López-Fombona, ao volante do Audi RS5 DTM, completou os cinco…

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