<br><br><div align="center"><!-- Revive Adserver Asynchronous JS Tag - Generated with Revive Adserver v5.5.0 -->
<ins data-revive-zoneid="25" data-revive-id="6815d0835407c893664ca86cfa7b90d8"></ins>
<script async src="//com.multipublicacoes.pt/ads/www/delivery/asyncjs.php"></script></div>
Partilhar

Ui, muita coisa! Epopeia na Malásia dá primeiro triunfo a Max numa corridaça

Automonitor

Acompanhou o GP Bahrain (na Malásia)? Todas as segundas-feiras uma rubrica dedicada à Fórmula 1… fique a par das emoções do Grande Circo

O Grande Prémio do Bahrain que se realizou na Malásia, no circuito de Sepang, teve tudo e mais alguma coisa, daí recordar uma das melhores frases dos famosos ‘Apanhados da televisão portuguesa’: “Ui, muita coisa! Mais de 500 euros que eu f*** por mês”. Aqui, ninguém gastou o que não tinha por mês, mas houve quem arriscasse estratégias, digamos, excêntricas e, principalmente, houve uma estreia a vencer na presente temporada, com Max Verstappen a levar o seu Red Bull ao sucesso, num triunfo que vem ‘aquecer’ umas lutas interessantes.

 

Ver esta publicação no Instagram

 

Uma publicação partilhada por FORMULA 1® (@f1)

A corrida começou com cerca de 1h45 de atraso devido à intensa chuva que se fez sentir na Malásia e, já sabem, quando se sentirem inúteis, pensei sempre que existem os pneus de chuva na Fórmula 1 (não servem para nada…). Depois da tempestade, a direção de corrida lá deu o aval para o início, mas nas duas voltas de formação houve monolugares, nomeadamente de unidade motriz Ferrari, que simplesmente pararam na pista, sendo obrigados a recorrer ao Ctrl+Alt+Del para reiniciar os softwares. Quase que era necessário colocar os carros em arroz (eheehehh). Um momento que serviu para alimentar batalhas e que deixou Kimi Antonelli — mais uma corrida consistente do jovem italiano — muito perto do título foi a desistência de George Russell a poucas voltas do final, ficando a pergunta no ar: Será que não secou totalmente? Ahahaha!!

 

Ver esta publicação no Instagram

 

Uma publicação partilhada por FORMULA 1® (@f1)

Com este problema do piloto britânico, o seu companheiro de equipa pode ir, no mínimo, pré-reservando o champanhe para a festa da conquista do Mundial de Pilotos, pois a vantagem aumentou significativamente e só uma autêntica hecatombe pode tirar este título a Antonelli. Por outro lado, a coisa ficou bem animada logo atrás. O triunfo de Max aproximou-o da luta pelo pódio e, até mesmo, pelo segundo lugar, com Hamilton a voltar a apertar os calos a Russell e ainda há Charles Leclerc e Lando Norris pelo meio. Corrida para esquecer da McLaren, mas não nos adiantemos nos temas…

 

Ver esta publicação no Instagram

 

Uma publicação partilhada por FORMULA 1® (@f1)

Velhos são os trapos apesar da leitura desastrosa

Antes da corrida, como mencionado, choveu a potes (como se diz no norte) e, por isso, sem água a cair, a grande maioria dos pilotos e das equipas optou por iniciar o Grande Prémio com o composto de pneus intermédios (já sabe que os de chuva só servem para ocupar espaço, talvez sirvam de mesa para se jogar umas cartas nas boxes), com a exceção de alguns, entre eles, claro está, (adivinharam) os homens da Ferrari. Ambos partiram de pneus macios e em poucas voltas estavam no fundo do pelotão. Como também era de esperar, a pista demorou um pouco a ficar totalmente seca, e houve Safety Car, ou seja, quem partiu de intermédios conseguiu trocar à borla. Aí, porém, a Ferrari esteve bem e deixou Lewis Hamilton em pista, o piloto fez com que o composto mais macio durasse bastante e, numa corridaça, foi acabar no pódio (3.º lugar).

 

Ver esta publicação no Instagram

 

Uma publicação partilhada por FORMULA 1® (@f1)

O seu companheiro de equipa também efetuou uma grande recuperação para terminar na 4.ª posição, enquanto Isack Hadjar (Red Bull) fechou o top-5 – num momento interessante para o Mundial de Construtores. Logo a seguir, o primeiro McLaren que, desta vez, foi Oscar Piastri e o campeão do Mundo apenas terminou no nono posto. Liam Lawson esteve em destaque com o sétimo lugar, tal como o seu companheiro de equipa (já lá vamos dar a respetiva salva de palmas).

 

Ver esta publicação no Instagram

 

Uma publicação partilhada por FORMULA 1® (@f1)

No entanto, o subtítulo justifica-se com a enorme corrida de Fernando Alonso, pois o nosso ‘velhilho’ foi oitavo classificado, garantindo pontos importantes para a Aston Martin que, ao longo de todo o fim de semana, deu mostras de que pode estar a sair (mesmo que a rastejar) do fundo do pelotão. Alonso ainda deu espetáculo em pista, como é habitual… Vejam e depois digam quem é velhote aqui! Já sabem que podem saber tudo sobre esta época em 3peoes.com!

 

Ver esta publicação no Instagram

 

Uma publicação partilhada por FORMULA 1® (@f1)

Racing Bulls ‘arrumam’ batalha com um enorme Arvid Lindblad

O prometido é devido (eh lá, se calhar é melhor não falar em promessas nestes tempos. Eheheh) e a menção honrosa deste Grande Prémio do Bahrain disputado na Malásia tem de ser para Arvid Lindblad. O ‘rookie’ britânico da Racing Bulls começou no final da grelha – penalizações por troca da unidade motriz – e conseguiu escalar até aos pontos, neste caso, ponto, ao terminar na décima posição. Chapéu tirado e enorme salva de palmas!!!

 

Ver esta publicação no Instagram

 

Uma publicação partilhada por FORMULA 1® (@f1)

Este resultado, somado ao excelente sétimo lugar do seu companheiro Liam Lawson, deixou uma das batalhas do ano, praticamente, resolvida. A Racing Bulls tem, agora, 22 pontos de vantagem sobre a Alpine e está bem encaminhada para assegurar a quinta posição no Mundial de Construtores. Uma classificação que voltou a ganhar interesse na luta pela terceira posição, pois a Red Bull está aí e a ‘apertar’ com a McLaren. Porém, a Ferrari também deu um passo importante para garantir o vice-campeonato. A boa performance da Aston Martin deixou alguma água na boca quanto à batalha pelo oitavo posto, entre os próprios, a Audi e a Williams. Veremos…

 

Ver esta publicação no Instagram

 

Uma publicação partilhada por FORMULA 1® (@f1)