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Stellantis e Ford afetadas pela escassez de semicondutores para a indústria automóvel

Automonitor

Está a aumentar o impacto global da redução da produção de semicondutores. Desta vez, é a Stellantis a afirmar que as suas pickups estão a ser afetadas pela falta destes componentes, ao mesmo tempo que Ford anunciou novos cortes de produção nos Estados Unidos. 

Está a aumentar o impacto global da redução da produção de semicondutores. Desta vez, é a Stellantis a afirmar que as suas pickups estão a ser afetadas pela falta destes componentes, ao mesmo tempo que Ford anunciou novos cortes de produção nos Estados Unidos. 

No caso da Stellantis, que é o quarto maior fabricante automóvel do mundo, a crise está a afetar a produção de camiões Ram 1500 Classic nas fábricas de Warrenno estado do Michigan (EUA), e Saltillo, no México. A empresa diz que vai manter a montagem final e que, quando os chips estiverem disponíveis, os veículos serão concluídos e entregues aos revendedores. Sem referir quantas unidades serão afetadas, a Stellantis diz que esta situação vai manter-se por várias semanas. 

Segundo a agência de notícias Reuters, o CEO da Stellantis, Carlos Tavares, disse no início deste mês que os problemas relacionados com a falta de semicondutores podem não estar totalmente resolvidos até o segundo semestre de 2021, descrevendo o fornecimento destes componentes como a “grande incógnita” para as receitas em 2021. 

Por outro lado, a Ford anunciou no sábado que vai parar a produção na sua fábrica do Ohio, nos EUA; enquanto isso, a fábrica de camiões em Kentucky vai funcionar com apenas dois dos três turnos habituais. As duas fábricas deverão voltar ao pleno funcionamento no dia 29 de março.