A marca francesa Renault vai reduzir a produção em cerca de 300 mil veículos em 2022 devido à escassez global de chips semicondutores, garantiu esta sexta-feira o CEO da grupo automóvel, Luca de Meo. Como praticamente todas as marcas, a Renault sofreu com o impacto da escassez global, que está ligada a interrupções e regulamentações provocadas pela pandemia da Covid-19.
Em 2021, a Renault produziu 500 mil veículos a menos devido à escassez de oferta e os analistas previram que poderia custar à indústria automobilística mais de 176,15 mil milhões de euros em receita.
“A situação ainda é bastante complicada”, frisou o CEO da Renault, Luca de Meo, em entrevista à ‘CNBC’ esta sexta-feira. De Meo disse estar esperançoso de que a escassez global melhore este ano e permita que a indústria regresse a uma “situação mais normal” no segundo semestre de 2022.
A Renault anunciou esta sexta-feira um lucro líquido de 880 milhões de euros em 2021, o segundo ano consecutivo em que registou um lucro geral – cerca de um terço dos veículos na Europa no ano passado eram híbridos.





