Porque, “perante o clima de preocupação e incerteza generalizada” provocado pela disseminação global do coronavírus (Covid-19), a “segurança e a saúde” de todos os funcionários, expositores, parceiros e visitantes “deve sempre falar mais alto”, além da crescente dificuldade por parte dos “expositores em garantir as mercadorias previstas para a feira”, bem como algumas «restrições ao nível do apoio técnico», a Organização do ExpoMECÂNICA – Salão de Equipamentos, Serviços e Peças Auto – cuja 7.ª edição estava prevista para decorrer em abril próximo (de 17 a 19), na EXPONOR – Feira Internacional do Porto – decidiu, pela voz de José Manuel Costa, diretor-geral da Kikai Eventos, adiar o certame.
“Estamos a acompanhar a situação desde o início e em contacto constante com as autoridades nacionais competentes. O desenvolvimento dinâmico em relação ao Covid-19 em Portugal obrigou-nos a uma redobrada atenção. E, percebendo inclusivamente o impacto que o tema está a ter em muitos eventos pela Europa fora, e já em alguns no nosso País, decidimos que era melhor reprogramar a feira. Decorrerá 5 a 7 de junho”, explicou o responsável máximo da Kikai, entidade dinamizadora daquela que é a maior mostra do pós-venda automóvel nacional.
A 7.ª edição do ExpoMECÂNICA será inclusivamente a maior de sempre, também no plano da representatividade internacional. Dos 260 expositores confirmados até à data, quase 60 empresas vêm do estrangeiro, de nove países diferentes (Espanha, Itália França, Países Baixos, Luxemburgo, Bélgica, Estados Unidos da América, Brasil e Japão), mas predominantemente do país vizinho – de onde vieram perto de 1.300 visitantes na edição de 2019.
“Igualmente por isso, para termos uma feira tranquila, plena de atividade e negócios, sem qualquer espectro a pairar e com um índice de visitação na senda das últimas edições, decidimos adiá-la dois meses, após consulta com os nossos clientes, parceiros associativos e media partners, que se congratularam com a decisão e reiteraram a sua aposta em estar presentes no ExpoMECÂNICA”, remata o mesmo responsável.





