Dos mais de 111 mil veículos em fim de vida mandados para abate em 2019, 86.739 foram processados através da rede de abate da Valorcar (entidade sem fins lucrativos pertença da ACAP – Associação Automóvel de Portugal) com 95% e da AEPSA (Associação das Empresas Portuguesas para o Meio Ambiente) com 5%, indica o Observador.
O Opel Corsa foi o modelo mais comum entre os modelos que foram para abate, seguido do Fiat Punto. A média de idade dos veículos destruídos rondou os 22 anos.
Isto num país com um parque circulante de 6,281 milhões de veículos dos quais 80% são ligeiros de passageiros – 5,015 milhões de unidades. Entre estes, mais de 900 mil automóveis têm mais de 20 anos.
A ACAP chama a atenção para a tendência de aumento da idade média do parque circulante nacional que hoje ronda os 12,7 anos: a mais alta de sempre, sobretudo por comparação com a média do ano 2000, fixada em 7,2 anos – recorde-se que a União Europeia considera um parque automóvel envelhecido sempre que a idade média supera os 10 anos.
A associação, que associa o incremento da idade média do parque automóvel a veículos menos seguros e mais poluentes, realça que 62% dos 5,015 milhões de automóveis ligeiros em circulação são anteriores a 2008.





