As opções de subscrição e assinatura, assim como uma atualização simples de software, estão a tonar-se mais comuns nos carros elétricos – já acontece com a Porsche, mas também com a BMW e a Mercedes. As marcas automóveis já começaram a prestar atenção essa receita inesperada, por vezes cobrando um preço alto por opções que depois não se justificam – basta recordar o caso da BMW, que cobra a opção dos bancos aquecidos nos seus veículos na Coreia do Sul por uma assinatura mensal de cerca de 18 euros.
Um veículo único: o EQS.https://t.co/TaqvgsdOIx#EQS #MercedesEQ #ProgressiveLuxury
[EQS | Consumo de energia em kWh/100 km (combinado): 15,6 a 21,2; emissões de CO2 em g/km (combinadas): 0.] pic.twitter.com/pkWBPFzLtZ
— Mercedes-Benz PT (@MercedesBenz_PT) November 26, 2022
A Mercedes seguiu o ‘exemplo’ e lançou uma opção de ‘aumento da aceleração’ no catálogo de opções de assinatura anual. O preço? Cerca de 1.150 euros – a função estará disponível para os modelos elétricos da gama EQ e é capaz de melhorar a aceleração entre 0,8 e 1 segundo graças ao aumento do desempenho do motor: a sua potência aumenta entre 20 e 24%, conforme o modelo em questão.
Num modelo como o EQE 350, por exemplo, passa de 292 para 354 cavalos, enquanto o EQS 450 sobe de 360 para 449 cavalos. O EQS também ganha 0,8 segundos na aceleração de 0 a 100 km/h quando a opção é ativada.






