O registo de matrículas de viaturas novas na União Europeia (sem contar com o Reino Unido) deve passar das 12,8 milhões de unidades em 2019 para as 9,6 milhões este ano, de acordo com a Associação dos Construtores Europeus de Automóveis (ACEA).
O que representará uma queda (histórica) de 25% – uma diferença face à queda, inicialmente prevista, de apenas 2%.
“Após as primeiras ondas de impacto da crise entre março e maio, o mercado da União Europeia contraiu-se em 41,5% até agora. Espera-se que esta situação melhore gradualmente nos próximos meses à medida que as medidas de confinamento e de contenção são levantadas ao longo das regiões”, indicou a ACEA, em comunicado.
“A ACEA mantém a esperança de que este cenário dramático possa ser mitigado através de medidas fortes e rápidas implementadas pela União Europeia e pelos governos nacionais. Dado o colapso sem precedentes nas vendas, os incentivos à compra e os esquemas de abate são urgentemente necessários ao longo da EU para criar uma muito necessária procura por carros novos”, referiu Eric-Mark Huitema, Diretor Geral da associação.
As medidas para combater a pandemia da Covid-19 paralisaram setores inteiros da economia mundial e levaram o Fundo monetário Internacional (FMI) a fazer previsões sem precedentes nos seus quase 75 anos.





