O presidente executivo da Fiat Chrysler Automobiles, Mike Manley, considerou que os “resultados recorde” se justificam pelo impulso do “enorme desempenho da equipa na América do Norte”, realçando que a empresa será “mais forte” quando se concretizar a fusão com a francesa PSA, que dará origem à Stellantis, o quarto maior fabricante mundial de automóveis.
“Mais uma vez, nossa equipa provou sua extraordinária resiliência e criatividade e, como fechamos a fusão para criar Stellantis, estamos mais fortes e mais focados do que nunca na missão de oferecer um excelente valor para todos os ‘stakeholders’”, salientou o gestor.
Estes resultados surpreenderam os analistas já que o lucro alcançado vem “estimular as perspetivas do negócio com a francesa PSA”, segundo a Bloomberg, até porque a previsão para o final do exercício é “mais do que o dobro” do valor estimado.
O Ebit (lucro ajustado antes de juros e impostos) da FCA aumentou para 2,28 mil milhões de euros, tendo surpreendido também os analistas que apontavam para uma queda deste indicador financeiro.
A previsão do grupo para Ebit ajustado no final do exercício será de até 3,5 mil milhões de euros, mais do que o dobro do que os analistas esperavam.
A receita líquida, por sua vez, caiu para 25,8 mil milhões de euros, mas superou também as estimativas avançadas pelos analistas de mercado.
(com Lusa)





