Esse auxílio será o maior até ao momento dedicado a um grupo automóvel europeu, segundo a Reuters.
O empréstimo seria desembolsado pelo maior banco de crédito do país, Intesa Sanpaolo, que já o autorizou, faltando apenas o sim do governo, que garantirá cerca de 80% do valor através da agência de crédito à exportação SACE.
Os empréstimos em Itália em tempos de crise estão sujeitos a várias condições, incluindo uma suspensão temporária de dividendos, o que não impedirá, segundo o jornal Il Sole 24 Ore, a FCA, que tem sede na holandesa, de pagar um dividendo extraordinário de 5,5 milhões de euros aos seus acionistas quando a fusão entre o grupo e a francesa PSA estiver concluída.
Os termos finais do empréstimo também incluem, segundo o mesmo jornal, um ligeiro aumento, de 5.000 para 5.200 milhões de euros, nos investimentos planeados da empresa no país.
Por enquanto nenhuma das partes envolvidas – FCA e Governo – quiseram comentar o negócio.





