A Ford vai regressar à Fórmula 1 em 2026, como fornecedora de motores para a Red Bull Racing, do campeão do mundo Max Verstappen: a parceira, anunciada esta sexta-feira, vai começar na próxima temporada com suporte técnico – na F1, a Ford é a terceira fabricante de motores mais bem-sucedida na história, com 10 campeonatos de construtores e 13 campeonatos de pilotos entre 1968 e 1982. Ganhou o seu último Mundial com Michael Schumacher em 1994 e deixou a categoria em 2004, após envolvimento com as equipas da Jaguar e Jordan.
“Este é o início de um novo capítulo na história”, explicou o presidente executivo Bill Ford. “Uma história que começou quando o meu bisavô ganhou uma corrida que ajudou a lançar a nossa empresa. A Ford está de volta ao topo do desporto e traz consigo uma longa tradição na inovação, sustentabilidade e eletrificação a uma das vitrinas mais importantes do mundo.”
“Os números globais são enormes para a Fórmula 1”, frisou Mark Rushbrook, diretor global da Ford Performance. “Principalmente nos Estados Unidos, onde o crescimento e a diversidade dos fãs é enorme. Isso é importante para nós. Não queremos apenas competir e aprender tecnologia”, apontou. “Com Red Bull e AlphaTauri, é exatamente isso que seremos capazes de fazer.”
As mudanças nas regras entram em vigor em 2026 e exigem que os atuais motores V6 biturbo funcionem com combustível sustentável e sejam equipados com componentes híbridos. A Red Bull originalmente tinha um acordo com a Porsche, que se desfez na última temporada, e a Red Bull tem vndo a desenvolver a sua própria unidade de potência.
A Audi já está a trabalhar no projeto do novo motor e iniciou o processo de aquisição do controlo da equipe Sauber. A Honda, que tinha saído oficialmente da Fórmula 1, assinou o compromisso de regressar em 2026. E a Porsche ainda não desistiu de também voltar à categoria mesmo depois de terem fracassado as negociações com a Red Bull.





