<br><br><div align="center"><!-- Revive Adserver Asynchronous JS Tag - Generated with Revive Adserver v5.5.0 -->
<ins data-revive-zoneid="25" data-revive-id="6815d0835407c893664ca86cfa7b90d8"></ins>
<script async src="//com.multipublicacoes.pt/ads/www/delivery/asyncjs.php"></script></div>
Partilhar

Ford divulga lucro de 2.691 milhões no primeiro trimestre

Ainda assim, a fabricante de automóveis reconhece que a crise de ‘chips’ vai continuar a exercer efeitos nocivos sobre a sua atividade pelo menos até meio de 2021.

A Ford teve um lucro 2.691 milhões de euros no primeiro trimestre deste ano, embora tenha alertado que a crise de ‘chips’ irá continuar a afetar a empresa pelo menos até meados deste ano, anunciou hoje o fabricante automóvel.

O construtor automóvel revelou ainda em comunicado que teve um prejuízo de 1.650 milhões de euros no mesmo trimestre do ano passado e que este ano vai deixar de produzir 1,1 milhões de veículos em todo o mundo devido à escassez de semicondutores, além de realçar que a falta de ‘chips’ vai custar este ano 2.500 milhões de dólares (mais de 2.000 milhões de euros).

Apesar das vendas da Ford terem caído 6% no primeiro trimestre deste ano, para 1.062.000 unidades, a empresa aumentou as receitas em 5,5%, para cerca de 36.200 milhões de dólares (30.000 milhões de euros).

Desse montante, 33.554 milhões de dólares vieram do setor automóvel, 2.663 milhões da Ford Credit, braço financeiro da empresa, e 11 milhões da unidade de Mobilidade dedicada ao desenvolvimento de veículos autónomos.

A multinacional explicou também que a melhoria nos resultados da Ford nos primeiros três meses deste ano, já que no primeiro trimestre do ano passado teve um prejuízo de 1.650 milhões de euros, se deveram à redução dos custos operacionais em todo o mundo.

O lucro ajustado da Ford antes de juros e impostos (Ebit) foi de 3.973 milhões de euros, contra 495 milhões de euros no mesmo trimestre do ano anterior.

Para este ano, a Ford espera alcançar um lucro ajustado antes de juros e impostos entre 5.500 milhões (4.536 milhões de euros) a 6.500 milhões de dólares, após contabilizar uma perda de cerca de 2.500 milhões de dólares com a crise dos semicondutores.