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Depois da NASA, agora é a vez da China aterrar um rover em Marte

Ana Sofia Ribeiro

A missão Tianwen-1, lançada em julho de 2020, está na órbita de Marte desde fevereiro e vai tentar aterrar esta sexta-feira no planeta vermelho.

Depois do Perseverance da NASA, agora é a vez da agência espacial da China tentar aterrar pela primeira vez em Marte, com a missão Tianwen-1, já na órbita do planeta vermelho desde fevereiro.

A aterragem do rover chinês Zhurong deverá acontecer já esta sexta-feira, dia 14, experimentando os chamados “sete minutos de terror” de entrada na atmosfera do planeta.

A missão, lançada em julho de 2020, inclui três componentes: uma sonda, que agora tem estado sobre Marte, um módulo de aterragem e um rover.

O veículo de 240 quilos deverá permanecer no planeta durante três meses, para analisar o solo e atmosfera, recolher imagens, cartografar a superfície e procurar indícios de vida.

Esta é a primeira missão da China a Marte, numa tarefa que se tem revelado muito desafiante ao longo dos anos. Nenhum agência, além da NASA, aterrou no planeta vermelho desde 1973.