Com a previsão de temperaturas elevadas para os próximos dias e um risco acrescido de incêndio em várias regiões do país, a Continental deixou um conjunto de recomendações para ajudar os condutores a viajar em segurança durante o período de férias.
Em comunicado, a fabricante de pneus alerta que o aumento das deslocações nesta altura do ano exige uma atenção redobrada ao estado do veículo e à forma como se conduz, defendendo que uma manutenção preventiva pode reduzir o risco de avarias e de acidentes.
Segundo a marca, antes de iniciar uma viagem longa é importante verificar a pressão dos pneus — sempre com os pneus frios —, confirmar o desgaste do piso e a eventual existência de cortes ou deformações, bem como controlar os níveis do óleo do motor, do líquido de refrigeração e do líquido dos travões.
Em comunicado, a Continental recomenda ainda uma condução suave, evitando acelerações e travagens bruscas, e aconselha que as viagens mais longas sejam, sempre que possível, realizadas nas horas de menor calor para reduzir o desgaste dos componentes do veículo e a fadiga do condutor.
Caso a circulação decorra em zonas afetadas por incêndios ou com presença de fumo, a empresa aconselha a reduzir a velocidade, aumentar a distância de segurança, ligar os quatro piscas, manter os vidros fechados e utilizar o sistema de ventilação em modo de recirculação. A marca reforça ainda que devem ser sempre respeitadas as indicações das autoridades.
Os cinco mitos que a Continental quer desfazer
A Continental aproveitou também para esclarecer algumas das dúvidas mais frequentes relacionadas com a condução no verão.
A empresa explica que o calor, por si só, não faz rebentar os pneus. Segundo a marca, esse risco aumenta sobretudo quando existem problemas como pressão incorreta, desgaste excessivo, danos no pneu ou excesso de carga no veículo.
Outro mito apontado é a ideia de que a pressão dos pneus deve ser reduzida no verão. A Continental afirma que a pressão deve corresponder sempre aos valores recomendados pelo fabricante e ser verificada com os pneus frios, alertando que uma pressão inferior à indicada aumenta o aquecimento do pneu e compromete a segurança.
A marca lembra ainda que ter piso suficiente não significa que o pneu esteja em boas condições, uma vez que também devem ser verificados cortes, deformações, desgaste irregular e sinais de envelhecimento da borracha.
Relativamente à circulação em zonas com fumo, a Continental sublinha que ligar os quatro piscas não é suficiente. Em comunicado, explica que é igualmente necessário reduzir a velocidade, aumentar a distância de segurança e seguir todas as orientações das autoridades.
Por fim, a empresa alerta que nunca se deve atravessar uma zona de incêndio apenas porque ainda é possível ver a estrada, lembrando que a evolução das chamas pode alterar-se rapidamente e colocar em risco os ocupantes do veículo.
Segundo a Continental, a manutenção preventiva do automóvel e uma condução adaptada às condições da estrada continuam a ser as melhores formas de reduzir o risco de incidentes durante um período em que o tráfego nas estradas aumenta significativamente.






