A Powerdot anunciou a nomeação de Yves Bonnefont como novo diretor não-executivo do Conselho de Administração. O gestor conta com mais de duas décadas de experiência na indústria automóvel, mobilidade e software.
Ao longo do seu percurso passou por várias funções de liderança no grupo Stellantis, onde liderou a marca DS Automobiles e conduziu a sua transição para a eletrificação. Posteriormente, assumiu o cargo de Chief Software Officer (CSO), sendo responsável pela estratégia global de software do grupo, com foco no desenvolvimento de veículos conectados e serviços digitais de mobilidade.
Segundo a empresa, a experiência de Bonnefont na evolução das plataformas automóveis, na integração de soluções digitais e na definição de estratégias de eletrificação em diferentes mercados internacionais deverá contribuir para a próxima fase de crescimento da Powerdot.
“Estamos muito satisfeitos por receber Yves na Powerdot”, afirma Luís Santiago Pinto, CEO da empresa. “O seu profundo conhecimento da indústria automóvel e a sua visão sobre o papel do software no futuro da mobilidade serão fundamentais para continuarmos a fortalecer a nossa plataforma e a apoiar a transição para a mobilidade elétrica, tanto em Portugal como no resto da Europa”.
“A Powerdot construiu uma posição sólida no destination charging na Europa, apostando nas localizações certas e em parcerias de longo prazo. É com entusiasmo que me junto à empresa nesta fase, para apoiar a equipa na melhoria contínua do desempenho e da acessibilidade das infraestruturas de carregamento para os condutores de veículos elétricos”, sublinha Yves Bonnefont.
A Powerdot opera atualmente mais de 11.500 pontos de carregamento distribuídos por mais de 2.300 localizações em seis mercados europeus, através de parcerias com grupos de retalho e imobiliário, disponibilizando soluções de carregamento em locais frequentados pelos utilizadores no dia a dia.
Com operações em Portugal, Espanha, França, Bélgica e Polónia, a empresa já captou mais de 465 milhões de euros em capital próprio e dívida para expandir a sua rede e apoiar a transição para a mobilidade elétrica na Europa.






