A classificação “A”, atribuída a um seleto número de empresas entre milhares de participantes, é a pontuação mais alta que uma empresa pode receber. A avaliação tem em consideração a eficácia dos esforços realizados para reduzir as emissões, os riscos climáticos e o desenvolvimento de uma economia baseada nas baixas emissões de carbono, bem como a transparência das informações e a adoção das melhores práticas associadas aos impactos climáticos.

Sobre esta distinção, Marco Tronchetti Provera, vice-presidente executivo e CEO da Pirelli afirmou o seguinte: “O reconhecimento do CDP confirma, mais uma vez, o nosso compromisso com o desenvolvimento sustentável através do combate às alterações climáticas. Isso é o que tentamos fazer todos os dias através da nossa equipa de investigação – desenvolver processos e produtos que sejam mais sustentáveis, seguros e com o melhor desempenho”.
O CDP, cujo objetivo é orientar as empresas e os governos rumo à redução das emissões de gases com efeito de estufa, protege os recursos hídricos e as florestas, reúne dados relacionados com os impactos ambientais, riscos e oportunidades, para uma avaliação independente e que determinará o cálculo das pontuações.
Em 2020, mais de 515 investidores, com ativos acima dos de 106 biliões de dólares, e 150 compradores em grande escala, com um poder de compra de 4 biliões de dólares, convidaram as empresas a partilhar esses dados através da plataforma CDP, sendo que mais de 9.600 empresas acederam.
O reconhecimento do CDP confirma o compromisso constante da Pirelli com as questões de Sustentabilidade, área na qual a empresa já possui uma série de conquistas. Estas incluem a liderança mundial no setor de Automóveis e Componentes nos índices Dow Jones World e Europe e a validação das metas para a redução de emissões de CO2 pela Science Based Targets Initiative (SBTi). Este, em particular, é um reconhecimento significativo que atesta o compromisso da Pirelli em alcançar a Neutralidade Carbónica até 2030, sendo que a empresa tem como objetivo alcançar os 100% na utilização de energia elétrica renovável, até 2025.





