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Opel Movano elétrico chega aos mercados já em 2021

Automonitor com Lusa

Na intervenção que proferiu na Conferência SHIFT sobre Mobilidade, que se realizou no dia 4 de setembro em Berlim, na Alemanha, o CEO da Opel Michael Lohscheller anunciou que o fabricante alemão lançará uma versão do furgão Movano com motorização elétrica já em 2021.

Em 2021 também chegará aos concessionários a versão eletrificada do Opel Combo. E o novo Opel Vívaro-e (imagem abaixo) começará a ser entregue aos primeiros clientes já no início do outono deste ano.
Opel Movano elétrico chega aos mercados já em 2021
“A motorização elétrica é particularmente relevante no segmento dos veículos comerciais ligeiros”, afirmou Michael Lohscheller. “Seja veículo de entrega ‘last mile’ ou transportador para o trabalho, com a nossa gama Combo, Vívaro e Movano, oferecemos a opção de circular sem emissões numa grande variedade de formatos”.
A Opel prossegue, igualmente, a eletrificação da sua linha de modelos de passageiros. O Opel Corsa-e a bateria e o híbrido ‘plug-in’ Opel Grandland X Hybrid chegaram ao mercado no primeiro trimestre de 2020. O monovolume para a família Opel Zafira-e seguir-se-á em breve com uma versão totalmente elétrica a bateria.
E o novíssimo Opel Mokka, que representa um novo capítulo na filosofia de ‘design’ da marca alemã, também estará disponível com uma variante elétrica a bateria logo desde o lançamento. Versões eletrificadas do Opel Combo Life e de um Opel Astra completamente novo surgirão no próximo ano.
Com um plano consistente de eletrificação, modelos centrados no futuro e motores de combustão interna ainda mais eficientes, a Opel reduziu significativamente as emissões de CO2 no passado recente. A marca alemã já tinha reduzido em 20 gramas a média de emissões da frota no final do ano de 2019, por comparação com o final de 2018.
Além disso, na primeira metade de 2020, a Opel logrou uma redução de 13,5% nas emissões de CO2 dos seus veículos face ao mesmo período do ano anterior – a maior redução alcançada por um fabricante com pelo menos 2 por cento de quota naquele mercado.