A GM anunciou ainda planos para sair da Tailândia, o que inclui deixar de comercializar a Chevrolet até ao final deste ano e vender uma das suas fábricas à chinesa Great Wall Motors. Com estes cortes, a empresa norte-americana espera receber 1,1 mil milhões de dólares em encargos, principalmente no primeiro trimestre, incluindo 300 milhões de dólares em dinheiro.
Em comunicado, Mary Barra, presidente e CEO da GM, afirmou que esta estratégia faz parte da reestruturação global da empresa – anunciada em 2015 – que visa a concentração das suas operações em mercados lucrativos e para dar prioridade ao “crescimento no futuro da mobilidade”, especialmente com veículos totalmente elétricos e autónomos.
Com a saída da GM da Austrália, estarão em causa 600 postos de trabalho, o fim da pista de ensaios de Lang Lang, o fecho do centro de estilo de Melbourne e o fim das empresas associadas Maven e Holden Financial Services.
Quem quiser comprar modelos da empresa norte-americana poderá, no entanto, fazê-lo através da sub marca “General Motors Speciality Vehicles” que irá vendar modelos importados dos EUA.
Recorde-se que a Holden começou como uma empresa australiana de fabrico de carroçarias em 1924, começando por trabalhar para a GM. Em 1931, a gigante norte-americana comprou parte do capital da Holden, dando nascença à General Motors Holden – o Commodore V8 terá sido o modelo de maior sucesso.






