Em comunicado, a Aston Martin refere que o consórcio liderado pelo investidor canadiano de 60 anos desembolsará cerca de 237 milhões de euros neste processo, permitindo assim ao construtor britânico uma liquidez imediata para fazer face a um ano de 2019 que ficou abaixo das expectativas.
Com esta injeção de capitais, a marca britânica poderá iniciar em pleno com a produção do primeiro SUV da sua história: o DBX, já que o novo modelo implicará a construção de uma nova fábrica no País de Gales.
O acordo prevê que Lawrence Stroll se torne no chairman executivo da Aston Martin (substituindo Penny Hughes), podendo aumentar a sua participação para 20% com uma injeção de capital adicional de 378 milhões de euros (no caso de serem atingidos alguns objetivos).
Em comunicado, o CEO da Aston Martin, Andy Palmer, confirmou que a entrada de Stroll na marca será a porta de entrada para a F1 a partir da temporada de 2021.
Recorde-se que, atualmente, cerca de 36% das ações da Aston Martin são “free trade”, sendo o resto controlado por investidores financeiros (a Daimler, por exemplo, conta com 5% das ações).





