A partir do dia 1 de maio, carregar o carro elétrico vai ficar mais caro. As novas tarifas, aprovadas pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), serão cobradas pela Mobi.e, entidade gestora da rede de mobilidade elétrica.
Assim, a ERSE indica em comunicado que os comercializadores de energia para a mobilidade elétrica (CEME), os seja, as entidades que fornecem energia aos pontos de carregamento, vão passar a pagar 0,1657 euros por cada carregamento.
Quanto aos operadores de pontos de carregamento, que gerem estes carregadores, passam a pagar os mesmos 0,1657 euros, enquanto os detentores de pontos de carregamento (DPC) terão uma tarifa de 0,385 euros por dia para cada ponto de carregamento.
Os utilizadores de veículos elétricos que façam carregamentos na rede Mobi.e verão estas tarifas refetidas no preço final a pagar. Segundo a análise da ERSE quanto aos impactos das tarifas da EGME (aplicáveis a CEME e a OPC) pela realização de carregamentos na rede Mobi.e, as novas tarifas representarão entre 4% e 8% do preço final pago pelos utilizadores.
A ERSE acrescentou também que em 2020, a rede de mobilidade elétrica permitiu realizar mais de 981 mil carregamentos, num total de 3.557 pontos de carregamento.





