A Estradas de Portugal encerrou o exercício de 2014 com um resultado positivo de 17 milhões de euros, e uma margem operacional (EBITDA) de 488 milhões. Para estes resultados contribuiu o aumento de 9% nas
receitas de portagens e o crescimento de 4% da receita da Contribuição do Serviço Rodoviário. Os encargos financeiros caíram, devido principalmente à redução da actividade de construção de subconcessões.
A receita líquida ascendeu a 517 M€ referente à Contribuição de Serviço Rodoviário, paga pelos utilizadores em função do uso de toda a rede rodoviária nacional.
A receita de portagens nas sete ex-Scuts, nas quatro subconcessões, nas vias directamente exploradas pela EP e nas Concessões do Estado, permitiu um encaixe anual de cerca de 316 milhões.
Voltou a registar-se uma diminuição relativa dos custos de cobrança de portagens. Nas sete ex-Scuts onde se realiza a cobrança de portagens através do sistema Multi Lane Free Flow, o custo global médio de cobrança de portagens passou de 24% para 22% das receitas das portagens cobradas.
O endividamento líquido das Estradas de Portugal diminuiu 712 milhões, para 2.459 milhões, devido ao aumento de capital no valor total de 1.521 milhões.
Para tal contribuiu a redução dos gastos com a conservação corrente, devido à celebração dos novos contratos para o período 2014/2017 e a redução progressiva do investimento em conservação periódica, resultado da manutenção dos níveis de qualidade dos pavimentos da rede EP. Facto que foi reconhecido no The Global Competitiveness Report
2014 – 2015 pelo World Economic Forúm como a melhor Rede Nacional de Estradas da Europa.]]>
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Estradas de Portugal com 17 milhões de lucro
A Estradas de Portugal encerrou o exercício de 2014 com um resultado positivo de 17 milhões de euros, e uma margem operacional (EBITDA) de 488 milhões. Para estes resultados contribuiu o aumento de 9% nas receitas de portagens e o crescimento de 4% da receita da Contribuição do Serviço Rodoviário. Os encargos financeiros caíram, devido principalmente à redução da…
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