Numa análise detalhada aos países inquiridos, é possível observar que 6 em cada 10 concorda com esta afirmação. No caso da China, 8 em cada 10 inquiridos expressam-no alto e de forma clara (79%). Já os franceses são os menos numerosos a considerar um futuro sem automóvel (43%).
Os inquiridos entre os 18 e os 34 anos de idades são os mais propensos a considerar uma vida sem ter um carro. Já a maioria dos habitantes das áreas urbanas concordam com a afirmação.
Ainda assim, 86% dos inquiridos neste estudo pensam que em 10 anos iremos continuar a comprar carro. Destaca-se um conjunto de cinco países para o afirmar num tom mais elevado e mais forte: África do Sul, Polónia, Estados Unidos, Brasil e Reino Unido. Um conjunto de três países é menos assertivo: Japão, China e Países Baixos.
Sobre a possibilidade de utilização gratuita, os inquiridos são bastante mais céticos: 41% do total de países inquiridos acredita que não vai ser possível (menos oito pontos percentuais na média europeia).
Portugueses não imaginam viver sem carro
No caso nacional, a maioria dos inquiridos portugueses também se imagina a viver sem carro (53%), mas para 35% só sob certas condições. 19% diz “sim, absolutamente”, imaginando um dia em que não será proprietário de um carro.
Fãs incondicionais do automóvel, 92% dos portugueses acreditam, no entanto, que na próxima década iremos continuar a comprá-los. 24% dos portugueses acredita também que vai ser possível utilizar um carro sem qualquer custo associado, enquanto 76% não vislumbra esta possibilidade.





