Para já, António Costa, questionado sobre o próximo fim de semana prolongado, anunciou que o Governo decretou o regresso da aplicação das regras já avançadas durante a Páscoa passada, “o que fará com que sejam proibidas as deslocações inter-concelhias”, sublinhou. A ideia é limitar a margem de circulação, acrescentando que é uma norma para manter e voltar a aplicar sempre que necessário.
Atendendo a que o estado de emergência está decretado até à meia noite do dia 3 de maio, o próximo sábado, Costa garantiu que mesmo que não seja renovado «vão continuar as mesmas regras de confinamento porque o estado de emergência não é o fim das regras e existem outros instrumentos legais para fazer vigorar as medidas necessárias. Porque a maior regra é a da consciência individual que temos tido».
No caso das comemorações do Dia do Trabalhador, na próxima sexta-feira, António Costa referiu que “vai ser um 1.º de maio diferente para as centrais sindicais”. As restantes normas de contenção entrarão em vigor de 15 a 15 dias, ou seja, nos próximos dias dias 4, 18 de maio e 1 de junho.
“Até haver uma vacina, até haver uma forma de tratamento segura, vamos ter de continuar a viver mais separados, mais isolados”, afirmou ainda António Costa.
Portugal conta, neste momento, com 22.797 pessoas infectadas por Covid-19. O boletim divulgado esta manhã pela Direcção-Geral da Saúde (DGS) dá conta de mais 444 casos confirmados. número de vítimas mortais subiu de 820 ontem para 854 hoje, o que significa que existem mais 34 óbitos a assinalar em território nacional.





