A dois meses de se saber que fabricantes automóveis cumpriram os limites de emissões de dióxido de carbono (CO2) – 95g/km para a média de novas unidades transacionadas na Europa em 2020 – a Honda decidiu juntar-se à FCA e fazer negócio com a Tesla.
A fabricante nipónica prefere assim pagar ao construtor norte-americano pelos seus créditos de CO2, ao invés de pagar uma multa em que incorreria por ficar acima dos limites.
Recorde-se que as penalizações definidas para quem não cumpra as metas de CO2 podem ser milionárias: 95 euros por cada grama excedido, multiplicado pelo volume total das vendas.
Graças a este acordo, a Honda vai compensar as emissões de CO2 dos seus modelos já que ao contabilizar os elétricos da Tesla para o cálculo das emissões da sua frota, a fabricante japonesa reduz assim a média de emissões enquanto construtor.
Recorde-se que esta operação – designada “Open Pool” e que permite compra de créditos de carbono foi “inaugurada” na semana passada com a compra de emissões CO2 por parte da Ford à Volvo.





