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Fiat deixa de ser marca generalista mass market

A Fiat vai deixar de ser uma marca mass market na Europa, afirmou o CEO do Grupo Fiat Chrsysler Auto, Sergio Marchionne, no decurso o Salão Automóvel de Genebra, adiantando que o foco estratégico está agora na produção de modelos pequenos, como o Panda e as várias variantes da família 500, que inclui o citadino…

Logo Fiat
A Fiat vai deixar de ser uma marca mass market na Europa, afirmou o CEO do Grupo Fiat Chrsysler Auto, Sergio Marchionne, no decurso o Salão Automóvel de Genebra, adiantando que o foco estratégico está agora na produção de modelos pequenos, como o Panda e as várias variantes da família 500, que inclui o citadino de três portas, o mini monovolume 500 L e o mini crossover 500X.
Marchionne adiantou que a preocupação do grupo é com os lucros e a disciplina de posicionamento das marcas. A Fiat deixará de ser uma marca generalista com uma gama alarada de produtos e concentrar-se-+a naquilo que sabe fazer melhor: modelos pequenos e compactos. Uma estratégia muito semelhante à que a BMW definiu para a Mini e que a Mercedes-Benz está a implementar na Smart.
O substituto do compacto Bravo, representante da marca italiana no maior segmento do mercado europeu, está previsto para 2016 e será construído na Turquia. O utilitário Punto será substituído por um novo modelo da família 500, de maiores dimensões, também no próximo ano.
Num horizonte a dez anos, o grupo FCA aposta na globalização da marca Jeep, que já está em curso, e na reinvenção da Alfa Romeo como um fabricante global de automóveis premium e desportivo, rival directa das marcas alemãs