Pouco mais de um ano depois de declarada a pandemia de covid-19, a SEAT anuncia que já implementou 107 medidas preventivas na sua atividade, muitas delas “pioneiras”. Em comunicado, a marca explica que reagiu de imediato à pandemia e adaptou, no espaço de apenas uma semana, a linha do Novo Leon para fabricar ventiladores e assim ajudar os hospitais. Hoje, a mesma linha de produção, que funciona em plena capacidade, está a ser utilizada pela equipa médica da CARS para realizar testes de antigénio aos trabalhadores. Duas iniciativas pioneiras, com dez meses de intervalo, nas quais a empresa continuou a mover-se no combate à pandemia.
A SEAT explica também que 50 equipas da SEAT Cars viajam todos os dias da semana, manhã, tarde e noite, para as oficinas de produção. Com uma unidade móvel para fazer testes de antigénio, dificilmente os 8.300 funcionários precisam de interromper o trabalho para fazer o teste. Cada um faz o teste duas vezes por semana. “Estes testes rápidos na linha permitem-nos, sem interromper a produção, fazer um diagnóstico muito precoce e, em caso de positivo, cortar a cadeia de transmissão desde o primeiro momento”, afirma Patricia Such, responsável de Saúde, Segurança e Emergências da SEAT.
Com mais de 4.500 testes de antigénio por dia, uma iniciativa que “em breve será aplicada por outras empresas do Grupo Volkswagen”, Patricia Such acrescenta que “ao testar sistematicamente, a possibilidade de infeção na SEAT é praticamente inexistente”, afirma a Dra. Such. Com esta e 106 outras medidas preventivas, a SEAT afirma ter conseguido uma taxa de positividade muito mais baixa do que a média da sua envolvente. Em março deste ano, 0,1%.
Logo em abril de 2020, a SEAT foi a primeira empresa em Espanha a realizar testes de PCR em massa aos seus mais de 15.000 funcionários, e desde então, já realizou mais de 55.000 testes. “Não existe nenhum serviço de prevenção no mundo preparado para esta pandemia, mas nós, desde o início, adaptamo-nos a cada dia, tendo a saúde dos nossos colaboradores como prioridade número um”, diz Patricia Such. Para isso, a responsável pela Saúde, Segurança e Emergências da SEAT reconhece que ter um comité científico, criado em 2017 e do qual faz parte o virologista Dr. Bonaventura Clotet, permitiu ter as melhores informações para tomar decisões.
A SEAT teve também uma resposta à pandemia junto da comunidade que chegou na forma de ventiladores para UCI em toda a Espanha três semanas após a declaração do estado de emergência. Em contra-relógio, uma equipa de diferentes áreas da SEAT empenhou-se em fabricar estes equipamentos usando peças como o motor do limpa para-brisas. “A chave do sucesso foi o trabalho em equipa, a perseverança e o desejo que tínhamos de ajudar”, lembra Patricia Such.
Já em fevereiro deste ano, a SEAT fechou um acordo com a Generalitat de Catalunya para que a empresa ajudasse a saúde pública no processo de vacinação da população à sua volta, logo que a disponibilidade de vacinas aumentasse. “É necessária uma intervenção rápida para que todos sejam vacinados o mais rápido possível”, diz Patricia Such. O objetivo é ajudar a descongestionar o sistema de saúde. “Faremos tudo ao nosso alcance. Vencer o vírus é a luta de todos. Podemos fazer e faremos”, conclui.






