O tráfego nacional nas autoestradas caiu em março, em média, 37,4%, indica o relatório trimestral divulgado pelo Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT) e citado pelo Correio da Manhã (acesso pago) esta segunda-feira.
Os dois primeiros meses do ano confirmaram a tendência dos últimos anos e registaram crescimento de tráfego em praticamente todas as autoestradas nacionais.
Segundo os dados agora divulgados, a média de crescimento em janeiro foi de 3,3% tendo voltado a subir 3,9% em fevereiro.
Em março, o tráfego caiu em todas as autoestradas de Portugal: a média nacional fixou-se um pouco acima de 37%, mas pelo menos duas autoestradas registaram quedas superiores a 40%: a A6 (Marateca – Caia) e a A22 (via do Infante – Algarve).
A autoestrada mais movimentada do país – a que liga Lisboa a Cascais – registou uma queda em março superior a 39%, passando de uma média diária de 92.480, de março de 2019, para 56.024, em março último, perdendo mais de 36 mil veículos por dia.
A radial da Pontinha (IC16), em Lisboa, com uma queda média no tráfego em março de 22,4%, foi a ligação que menos perdeu.
Também as duas pontes sobre o Tejo perderam, em março, 71,6 mil veículos por dia, de acordo com os dados divulgados pelo Instituto de Mobilidade.
A ponte 25 de Abril perdeu quase 47 mil automóveis por dia, passando de uma circulação média de 138.324, em março de 2019, para 91.849, em março último.
Já a ponte Vasco da Gama registou uma média diária de circulação, em março, de cerca de 42 mil viaturas, menos 24 831 do que em igual período de 2019.





