Lewis Hamilton voltou a dar que falar — desta vez longe dos circuitos de Fórmula 1. O piloto britânico foi protagonista de uma cena inesperada em Tóquio, ao volante de uma Ferrari F40 totalmente original, onde realizou vários drifts que rapidamente captaram a atenção de quem assistia… e agora também da internet.
O momento, registado em vídeo, mostra um contraste improvável: no meio de uma concentração de desportivos japoneses altamente modificados, surge um F40 vermelho, saída de fábrica, símbolo máximo dos anos 80 e 90. Ao volante, não está um colecionador, mas um dos maiores nomes da história da Fórmula 1.
Drift com uma lenda de milhões
Ver um Ferrari F40 — um modelo que pode atingir valores próximos dos 3 milhões de euros — a deslizar em drift não é totalmente inédito, mas continua a ser raro, sobretudo quando se trata de uma unidade completamente original.
O cenário ganha ainda mais impacto pelo ambiente: carros que parecem saídos diretamente do universo “Velocidade Furiosa”, luzes de Tóquio e uma nuvem de fumo a envolver um dos supercarros mais icónicos de sempre, ao som inconfundível do seu motor V8.
O resultado é quase cinematográfico — uma espécie de “multiverso automóvel” que mistura cultura tuning japonesa com a herança italiana da Ferrari.
Reações não se fizeram esperar
O vídeo rapidamente começou a circular nas redes sociais, gerando milhares de reações. Entre elas, a de Kim Kardashian, que não escondeu o entusiasmo: “Incrível”, comentou no final das imagens.
E não é difícil perceber porquê. A combinação entre um sete vezes campeão do mundo de Fórmula 1 e um dos modelos mais lendários da Ferrari cria um momento raro, quase surreal.
Uma paixão antiga pela F40
A ligação de Lewis Hamilton ao Ferrari F40 não é nova. Aquando da sua apresentação como piloto da Scuderia Ferrari, em setembro de 2025, o britânico fez questão de posar com um F40 em segundo plano, numa imagem que rapidamente se tornou simbólica.
Mais do que isso, Hamilton já revelou o desejo de criar uma sucessora espiritual deste modelo — a hipotética “F44”, numa referência ao seu número de corrida. A ideia incluiria até uma caixa manual, um elemento praticamente desaparecido nos modelos atuais da marca italiana.
Se essa visão alguma vez se concretizar, ainda é uma incógnita. Mas, para já, o vídeo em Tóquio prova uma coisa: para Hamilton, o F40 não é apenas um ícone — é uma máquina para ser conduzida no limite.






