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Veniam espera ter 200 mil veículos conectados com a sua tecnologia até ao final do ano

Automonitor

De acordo com a agência Lusa, a portuguesa Veniam espera ter 200 mil veículos conectados com a sua tecnologia nos próximos 12 meses, altura em que estima o início de automóveis com o seu software incluído de fábrica

De acordo com a agência Lusa, a portuguesa Veniam espera ter 200 mil veículos conectados com a sua tecnologia nos próximos 12 meses, altura em que estima o início de automóveis com o seu software incluído já de fábrica.

O presidente executivo da empresa, João Barros, disse à Lusa que “esperamos ter 200 mil veículos ligados com a nossa tecnologia nos próximos 12 meses, sobretudo de frotas comerciais, começando também os veículos que saem de fábrica com o nosso software”

A Veniam é uma startup portuguesa de base tecnológica que resultou do spin-off da Universidade do Porto, da Universidade de Aveiro e do Instituto de Telecomunicações. Atualmente contrata cerca de 40 pessoas e tem equipas comerciais na Alemanha, no Japão e nos Estados Unidos.

O que esta empresa faz é desenvolver “uma plataforma de software única que permite a automóveis, camiões, autocarros e todo o tipo de objetos em movimento ligarem-se uns aos outros e à Internet”, explica João Barros. Segundo o responsável, a empresa tornou-se conhecida por “criar a maior rede em malha de veículos do mundo no Porto, na altura com os autocarros da STCP, que ainda hoje fornecem wifi grátis a centenas de milhares de passageiros”.

A Veniam “vende a sua plataforma de software para todo este tipo de dispositivos, incluindo câmaras que são colocadas em veículos e outro tipo objetos que estão a recolher dados e que precisam de se ligar à Internet”, disse o presidente executivo à Lusa.

De acordo com a agência de notícias, a empresa não revela o valor da faturação, mas em três rondas de financiamento – 2014, 2016 e 2018 – em Silicon Valley e Nova Iorque levantou “aproximadamente 40 milhões de euros”, disse.

Sobre os seus clientes, João Barros salientou que há “várias frotas no mundo” que já utilizam o software da tecnológica portuguesa.